terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Assinatura da Ordem de Serviço da UPA Alves Dias / Assunção


Hoje o prefeito Luiz Marinho assinou a ordem de serviço para construção da 8º UPA (unidade de pronto atendimento) de São Bernardo do Campo.

A UPA Alves Dias / Assunção ficará pronta  no prazo de quatro meses,  com expectativa de 350 atendimentos diários. Será toda climatizada, contará com 4 consultórios:  dois para atendimento de adultos e dois para crianças, terá também 14  leitos para o paciente que precisar ficar em observação.

Além disso  a UPA terá com os equipamentos necessários para um atendimento de qualidade, como  raio X  por exemplo, e contará com uma base do SAMU (Serviço Atendimento Médico de Urgência) o que agilizará o atendimento na região.

Abaixo algumas fotos do prefeito e do secretário de saúde durante a assinatura da Ordem de Serviço:











Roberto Ormedilla

domingo, 12 de fevereiro de 2012

População do Alves Dias, Assunção, Cooperativa e Vila Rosa conquistam UPA


No dia 14 de fevereiro às 14 horas o prefeito Luiz Marinho e o secretário de saúde Arthur Chioro, estarão assinando a ordem de serviço para a construção da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) na Avenida Humberto de Alencar Castelo Branco, próximo à FEI.

Esta conquista é o resultado da luta da comunidade e dos conselheiros de saúde, que desde 2004, quando foi fechada a unidade de pronto atendimento do Alves Dias, lutam para ter este serviço de volta. Em momento algum os conselheiros deixaram de reivindicar a volta deste serviço essencial.

                                          Local onde será construída a UPA

Saúde:  Conquista da comunidade com participação democrática e popular

“Fui conselheiro de saúde por três mandatos e minha luta sempre foi por uma melhor saúde para a região. Para mim era muito difícil, morando na vila Ferreira, saber que durante várias madrugadas mães e pais de famílias não tinham como levar seus filhos até o pronto socorro central, por muitas vezespor faltar o dinheiro da condução ou ainda por falta de transporte. Não desisti desta luta, e hoje me sinto recompensado em ver esta assinatura e, em breve, o início das obras da nossa UPA. Esta conquista somente foi possivel por termos um prefeito Luiz Marinho que tem por meta transformar a cidade contando com a participação popular democrática." 

Obrigado prefeito por esta vitória!

Roberto Ormedilla

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Lula recebe prêmio por combate à pobreza

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será homenageado em maio com o International Four Freedoms Award 2012, prêmio concedido a pessoas e instituições que se engajam na defesa da liberdade. A honraria, criada em 1992, pela Fundação Roosevelt Stichting, será entregue em festa de premiação na cidade de Midelburgo, na Holanda. A expectativa inicial é de que o ex-presidente, atualmente em tratamento contra um câncer na laringe, participe da cerimônia, que irá homenagear ainda a emissora árabe de televisão Al Jazeera, o atual Patriarca de Constantinopla, Bartholomew I, a fundadora do Self Employed Women's Association (SEWA), Ela Ramesh Bhatt, e o ministro de Energia do Iraque, Hussain al-Shahristani.
 Em comunicado, a Roosevelt Stichting elogiou o ex-presidente brasileiro como uma inspiração à comunidade internacional por sua "ascensão da pobreza" à Presidência do Brasil, bem como sua "determinação" em livrar o Brasil da "extrema pobreza" e da "injustiça social". O International Four Freedoms Award 2012 não é a primeira honraria internacional concedida ao ex-presidente desde que ele deixou o Palácio do Planalto, em 1 º de janeiro de 2011. O petista foi um dos ganhadores do World Food Prize 2011, nos Estados Unidos, do Premio Amalia Solórzano, no México, do Lech Walesa, na Polônia, entre outros.
O ex-presidente foi submetido na manhã desta quarta-feira a mais uma sessão de radioterapia no tratamento contra o câncer. A previsão é de que, nesta tarde, o petista realize uma sessão de quimioterapia, como procedimento complementar ao tratamento, e receba as visitas de um dentista e de um fonoaudiólogo, para evitar o agravamento de possíveis efeitos colaterais.
O ex-presidente tem reclamado nos últimos dias de fadiga e incômodo na região da laringe, bem como sinais de perda da voz. As presenças diárias à sede do Instituto Lula, na capital paulista, foram interrompidas por conta dos efeitos colaterais. O ex-presidente é esperado, ainda neste mês, no desfile da Gaviões da Fiel, que irá homenageá-lo no enredo deste ano.
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Lula sempre se incomodou em ver milhares e milhares de pessoas abaixo da linha da miséria. Quando participava do movimento sindical, lutando por salário e dignidade para os trabalhadores e depois com a fundação do Partido dos Trabalhadores, este incômodo tornou-se obsessão  por tirar estas pessoas de condição tão degradante.
Em seu discurso de posse como presidente da república afirmou:  Num país que conta com tantas terras férteis e com tanta gente que quer trabalhar, não deveria haver razão alguma para se falar em fome. No entanto, milhões de brasileiros, no campo e na cidade, nas zonas rurais mais desamparadas e nas periferias urbanas, estão, neste momento, sem ter o que comer. Sobrevivem milagrosamente abaixo da linha da pobreza, quando não morrem de miséria, mendigando um pedaço de pão.”  e ainda “Enquanto houver um irmão brasileiro ou uma irmã brasileira passando fome, teremos motivo de sobra para nos cobrirmos de vergonha. Por isso, defini entre as prioridade de meu governo um programa de segurança alimentar que leva o nome de "Fome Zero". Como disse em meu primeiro pronunciamento após a eleição, se, ao final do meu mandato, todos os brasileiros tiverem a possibilidade de tomar café da manhã, almoçar e jantar, terei cumprido a missão da minha vida. É por isso que hoje conclamo: Vamos acabar com a fome em nosso país. Transformemos o fim da fome em uma grande causa nacional, como foram no passado a criação da Petrobras e a memorável luta pela redemocratização do país.”
Quando terminou seu mandato, pode contar com a vitória de ter tirado  mais de vinte milhões de pessoas da linha da pobreza absoluta.
Parabéns presidente Lula, parabéns  metalúrgico Lula, parabéns companheiro Lula.
Roberto Ormedilla

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Desemprego é o menor desde 1998


O ano passado não foi marcado pela expressiva geração de emprego como 2010, porém, graças ao bom desempenho dos 12 meses anteriores, teve o trabalho facilitado na hora de diminuir o contingente de desempregados: foram 19 mil a menos de um ano para o outro, com 139 mil pessoas à procura de um trabalho no Grande ABC. A taxa de desemprego atingiu, pela primeira vez desde o início da série histórica (abril de 1998) o patamar de 9,9% da PEA (População Economicamente Ativa, composta por pessoas que estão trabalhando ou à procura de uma vaga). Até então, todos os índices da região eram formados por dois dígitos.
Os dados integram a PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego) realizada pelo Seade/Dieese, que entrevista mensalmente 600 domicílios na região.
Essa redução da taxa de desemprego implica, de acordo com o gerente de pesquisas do Seade, Alexandre Loloian, a redução do tempo que se leva até encontrar uma oportunidade. Nos anos 1990 eram necessárias 60 semanas (um ano e três meses) e, hoje, 29 semanas (sete meses e 25 dias).
O crescimento em menor ritmo da PEA também ajuda a explicar a diminuição do desemprego. "Temos menos jovens no mercado de trabalho porque eles estão estudando por mais tempo antes de buscar ocupação", diz Loloian. "Outro ponto é que, conforme as pessoas de determinada localidade vão arranjando emprego, a demanda cai. É demográfico."
De fato, em 2011, 25 mil trabalhadores conseguiram emprego no Grande ABC e em torno de 6.000 pessoas se apresentaram ao mercado de trabalho em busca de uma ocupação - elevando a PEA a 1,403 milhão. Em 2010, foram gerados 56 mil postos e a PEA encerrou aquele ano em 37 mil pessoas. Neste caso, os números foram maiores porque boa parte dessa demanda estava represada desde 2009, por conta da crise econômica.
Os setores que mais contribuíram ao incremento de vagas em 2011 foram indústria e serviços, com acréscimo de 12 mil trabalhadores cada. Dessa forma, atualmente estão trabalhando nas fábricas da região 350 mil pessoas e, nas empresas de serviços, 594 mil. Em ambos, o total de empregados nos segmentos é o maior de toda a série.
Na indústria, o ramo alimentício foi o que mais empregou na região (alta de 10,5%), seguido pelas áreas química, farmacêutica e plásticos (9,5%) e metalmecânica (4,9%). Este último emprega 45% da mão de obra do setor no Grande ABC.
Em serviços, as maiores altas foram observadas nos ramos comunitários (27,3%), reparação e limpeza (7%) e especializados, como consultorias e assessorias (4,4%).
O setor de comércio gerou 10 mil vagas em 2011 (totalizando 190 mil), puxadas principalmente por autos e combustíveis, como concessionárias e postos (33,3%) e varejistas (5,5%). A construção civil contribuiu com 1.000 postos (com 63 mil ao todo), impulsionados por edificação e estruturas (5,5%). Já o segmento outros, composto por emprego doméstico, diminuiu em 9.000 (somando 68 mil). "Essa notícia é boa, pois indica que as pessoas estão preferindo trabalhar em outros setores, mais qualificados."
Quase 90% têm registro em carteira
Desde o início da série histórica o total de trabalhadores com carteira assinada vem crescendo. "Em abril de 1998, 78% do total dos ocupados eram registrados, percentual que subiu para 88% em dezembro", ressalta Loloian. "Ao mesmo tempo, à época 20% não tinham carteira assinada e, em dezembro, esse total caiu para 12%." Isso explica a pequena diferença entre a PED e o Caged, que mensura somente o trabalho formal e contabilizou 24.537 postos gerados no ano passado.
Em 2011, o total de trabalhadores assalariados com carteira assinada cresceu em 42 mil, enquanto que o de informais diminuiu em 14 mil. Entre os autônomos (um chefe e um empregado, sendo acima disso considerado empregador), houve redução de 12 mil entre os que trabalham para empresa e aumento de 5.000 entre os que prestam serviço para o setor público, o que sugere aumento de formalização.

 Diário do Grande ABC ( matéria escrita por : Soraia Abreu Pedrozo)



Este é o Brasil que dá certo, que a tucanada,  alguns artista da rede globo e a imprensa de modo geral não quer ver.
Com a sabedoria do povo Brasileiro,  estamos provando a cada dia que essa revolução, que começou em 2002 com a eleição do presidente Lula,  e agora com a nossa presidenta Dilma vem fazendo o Brasil crescer dia a dia.
Se hoje somos a sexta economia do mundo em breve,  com o ProUni, os recursos do Pré-sal entre tantos outros programas em andamento,  seremos sem dúvida a terceira economia do mundo.

Roberto Ormedilla